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Opera√ß√£o √© deflagrada contra quadrilha que abatia e vendia carne de cavalo para lancherias em Caxias do Sul, na Serra Ga√ļcha

Por Jorge Ramos em 18/11/2021 às 08:09:14
O objetivo é desarticular organização criminosa e apurar crimes contra as relações de consumo e contra a saúde pública Foto: MPRS/Divulgação

O objetivo é desarticular organização criminosa e apurar crimes contra as relações de consumo e contra a saúde pública Foto: MPRS/Divulgação

O Ministério Público do Rio Grande do Sul, por meio do Grupo de Atua√ß√£o Especial de Combate ao Crime Organizado – Seguran√ßa Alimentar, deflagrou, nesta quinta-feira (18), em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, a opera√ß√£o Hipo.

O objetivo é desarticular organiza√ß√£o criminosa e apurar crimes contra as rela√ß√Ķes de consumo e contra a saúde pública. Est√£o sendo cumpridos, neste momento, seis mandados de pris√£o preventiva e 15 de busca e apreens√£o referentes a oito alvos.

Em an√°lise às conversas interceptadas pelo MPRS com autoriza√ß√£o da Justi√ßa, o Gaeco apurou que o grupo investigado abastecia estabelecimentos da cidade com grandes quantidades de carne (em forma de hambúrgueres e bifes) provenientes do abate clandestino de equinos, suspeita que foi confirmada por meio da realiza√ß√£o de perícias em duas hamburguerias de Caxias do Sul, em cujos lanches foi encontrada presen√ßa de DNA de cavalo. Também eram misturadas carnes de peru e suíno.

"Eram distribuídos em torno de 800 quilos semanais", conta o coordenador do Gaeco, promotor de Justi√ßa Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, que est√° à frente da opera√ß√£o e cumpre os mandados juntamente com o promotor da Especializada Criminal de Porto Alegre, Mauro Rockenbach.

Conforme o Ministério Público, o grupo n√£o possui autoriza√ß√£o para o abate e comercializa√ß√£o de nenhum tipo de carne. Assim, as atividades de abate, beneficiamento, armazenamento e comercializa√ß√£o vinham ocorrendo sem qualquer fiscaliza√ß√£o, o que é essencial para prevenir que carnes sem inspe√ß√£o de fiscais médicos veterin√°rios sejam consumidas pelas pessoas.

Fonte: O SUL


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