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Covid-19: Anvisa diz que não há estudos conclusivos sobre 3ª dose

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou hoje (15) que, até o momento, não há estudos conclusivos sobre a necessidade...

Por Jorge Ramos em 15/07/2021 às 12:58:55
Foto divulgação: Jorge Ramos

Foto divulgação: Jorge Ramos

A Ag√™ncia Nacional de Vigil√Ęncia Sanit√°ria (Anvisa) informou hoje (15) que, até o momento, n√£o h√° estudos conclusivos sobre a necessidade de uma terceira dose ou dose de refor√ßo para as vacinas contra covid-19 autorizadas no Brasil. J√° receberam aval definitivo ou emergencial para uso nos pa√≠s as vacinas AstraZeneca/Oxford, Pfizer/BioNTech, CoronaVac e Janssen.

Em nota, a Anvisa esclareceu que as pesquisas s√£o desenvolvidas pelos laboratórios farmac√™uticos e que j√° autorizou dois pedidos para pesquisa cl√≠nica que buscam investigar os efeitos de uma dose adicional do imunizante contra a doen√ßa.

"A Anvisa vem acompanhando as discuss√Ķes, as publica√ß√Ķes e os dados apresentados sobre o surgimento de novas variantes do v√≠rus Sars-CoV-2 e seu impacto na efetividade das vacinas. Até agora, todas as vacinas autorizadas no Brasil garantem prote√ß√£o contra doen√ßa grave e morte, conforme os dados publicados", diz a nota.

Em andamento

O primeiro estudo em andamento, aprovado em 18 de junho, é da Pfizer/BioNTech que investiga os efeitos, a seguran√ßa e o benef√≠cio de uma dose de refor√ßo da sua vacina j√° autorizada, a ComiRNAty. De acordo com a Anvisa, neste estudo, a dose de refor√ßo da vacina da Pfizer ser√° aplicada em pessoas que tomaram as duas doses completas da vacina h√° pelo menos seis meses.

O segundo caso é o do laboratório AstraZeneca, que desenvolveu uma segunda vers√£o da vacina que est√° em uso no pa√≠s, buscando a imuniza√ß√£o contra a variante B.1.351 do Sars-CoV-2, identificada primeiro na África do Sul. Esse estudo foi autorizado ontem (14) pela Anvisa.

Segundo a agência, um dos braços do estudo prevê que uma dose da nova versão da vacina (AZD 2816) será aplicada em pessoas que foram vacinadas com duas doses da versão atual da AstraZeneca (AZD1222) ou duas doses de uma vacina de RNA mensageiro (RNAm) contra covid-19, como as da Pfizer e da Moderna. Nesse caso, o estudo prevê que essa dose adicional será aplicada em pessoas cujo exame e monitoramento não identificam a produção de anticorpos capazes de atuar contra o novo coronavírus.

Fonte: Agência Brasil

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